quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Nova modalidade Fashion Pilates... brincadeirinha!

Adrian Rand um fotografo resolveu fazer algumas fotos diferentes..., submeteu as alunas desse Studio de Pilates a posarem num ensaio muito diferente do normal: Modelos+Pilates=arte!

Ideia que surpreendeu muita gente!
E você chamaria suas alunas para fazer um tipo de ensaio assim no seu studio?









terça-feira, 9 de outubro de 2012


Frases de Joseph Pilates


“Nem muito pouco, nem em excesso.”

“Se aos 30 anos você está sem flexibilidade e fora de forma, você é um velho. Se aos 60 anos você é flexível e forte, você é um jovem.”

“Respeite seu próprio ritmo.”

“Se aceite da forma que você é.”

“Os benefícios do Pilates só dependem da execução dos exercícios. As instruções devem ser seguidas com fidelidade.”

“Sempre mantenha sua mente concentrada no objetivo do exercício que você está executando.”

“Não interessa o que você faz e, sim, como você faz.”

“Poucos movimentos bem feitos realizados de forma correta e equilibrada valem por muitas horas de ginástica.”

“Realize seu exercício com o mínimo de esforço e o máximo de prazer.”

“É estar presente, concentrado e não distraído. É a mente que esculpe o corpo.”

"Hábitos incorretos são responsáveis pela maioria de nossas doenças, se não por todas elas"

"Eu inventei todas as máquinas. Em 1925 eu as usei para exercitar pacientes reumáticos. Veja, você vê a máquina resistir seus movimentos de modo certo, então seus músculos internos terão que trabalhar contra a resistência, dessa maneira, você se concentra no movimento. Você deve executá-lo sempre suave e lento e então seu corpo inteiro trabalha e está presente. "

"Eu devo estar certo. Nunca tomei uma aspirina, nunca perdi um dia em minha vida. O País inteiro, o mundo inteiro deveria fazer meus exercícios. Eles seriam mais felizes". Joseph Pilates 1965- 86 anos de idade

"Um velho sem flexibilidade é um velho, um velho com flexibilidade é um jovem."

“Contrologia desenvolve um corpo uniforme, corrige posturas erradas, restaura a vitalidade física, vigora a mente, e eleva o espírito”

"Com 10 sessões você perceberá a diferença, com 20 sessões os outros irão perceber a diferença e com 30 sessões você ter um novo corpo"

Joseph H. Pilates

quarta-feira, 25 de abril de 2012

7 fatos sobre o Pilates

7 fatos sobre o Pilates

 
O método pilates tem uma série de benefícios para o corpo e para mente reconhecidos pela grande maioria das pessoas.
Conheça alguns factos importantes e os benefícios que pode obter com a prática de Pilates:
  1. Método contrastado que combina exercícios de respiração, trabalho muscular e controle mental.
  2. Adapta-se ao ritmo de vida actual.
  3. Combina os benefícios da aeróbica, do yoga e do taichi.
  4. Fortalece o corpo e liberta a mente.
  5. Aumenta a concentração
  6. Melhora a circulação e a flexibilidade.
  7. Modela a figura e tonifica os músculos.
FONTE: exerciciospilates

sábado, 21 de abril de 2012

Instabilidade femoro-patelar: Protocolo de tratamento conservador com o biofeedback (EMG)





Autores: Luiz Felipe Giacomelli1, Celine C. R. Pedrozo2

Resumo

Objetivo
Identificar exercícios para tratamento em pacientes com instabilidade femoro-patelares a partir de uma revisão bibliográfica através de artigos científicos provenientes dos bancos de dados BIREME e LILACS dos anos de 1995 à 2005.

Introdução

Devido à grande incapacidade que a instabilidade femoro-patelar provoca no paciente, seja para o desenvolvimento da prática esportiva e mesmo em suas atividades diárias, o tratamento dessa patologia é motivo de grande interesse.

Justificativa

Os altos índices de resultados insatisfatórios após os procedimentos cirúrgicos e o grande potencial iatrogênico fazem do tratamento conservador uma alternativa promissora.  

Métodos

Evidências clínicas mostram que os músculos podem ter um treinamento específico para alinhar a patela, pois apresentam diferenças anatômicas, funcionais, histoquímicas e também no padrão de inervação. Treinamentos regulares e contínuos produzirão efeitos que são benéficos e duradouros. O Biofeedback pode ser aplicado sobre Vasto Medial Obliquo durante o programa de exercícios para melhorar inicialmente seu tempo de tensão e mais tarde a duração de sua tensão.

Conclusão

Concluímos que os exercícios mais indicados para tratamento da instabilidade femoro-patelar são: Alongamento de isquitibiais, gastrocnemios, quadríceps, retinacula lateral da patela. Exercícios de Step posterior a 45º, Step anterior a 75º, extensão isométrica de joelho a 90º.
A partir desta revisão sugere-se um protocolo a ser pesquisado futuramente em ensaios clínicos randomizados: Step posterior a 45º de elevação, Step anterior com flexão de joelho a 75º, Agachamento em isometria a 90º na parede, Agachamento em barra fixa ate 60º de flexão de joelho, Agachamento antero/posterior, Cadeira extensora isométrica a 90º de extensão, Cadeira adutora de coxa, Dorsi-flexão com inversão de tornozelo, Postura de Trendelemburg isométrica, Alongamento do retinaculo lateral da patela, Alongamento de isquitibiais, tensor da fascia lata, quadríceps, gastrocnemio, glúteo, rotadores internos de coxa, rotadores externos de coxa, adutores de coxa, abdutores de coxa.

Introdução

O mau alinhamento do aparelho extensor é um problema comum na prática ortopédica, sendo causa de instabilidade e dor na região anterior do joelho, acometendo, principalmente pacientes do sexo feminino. A dor Patelo-Femural é uma deficiência comum que afeta um em cada quatro indivíduos da população em geral.
Devido à grande incapacidade que a instabilidade da articulação femoropatelar provoca no paciente, seja para o desenvolvimento da prática esportiva e mesmo em suas atividades diárias, o tratamento dessa patologia é motivo de grande interesse (1).
Dentre as causas que levam à instabilidade da femoropatelar, podemos citar o aumento do ângulo Q, a hipoplasia da tróclea, fazendo com que diminua a contenção da patela, hipotrofia ou diminuição de força do vasto medial, com prevalência relativa do vasto lateral, malformação da patela, genu recurvatum, torção tibial (2), mecânica anormal dos membros inferiores, insuficiência do Vasto Medial Oblíquo(3), torção femoral, joelho valgo, hipoplasia condilar femoral e frouxidão ligamentar são fatores extrínsecos ao quadríceps (4).
O fator infrapatelar mais comum é a lateralização da tuberosidade anterior da tíbia associada à rotação externa da perna.  Seu principal sintoma é a dor difusa na região anterior do joelho ou retropatelar cujos efeitos causam prejuízos funcionais aos indivíduos acometidos (5). A dor é um fator significante desde que ela irá alterar as funções e inibir a atividade muscular (1).
O quadríceps é composto pelos músculos vasto intermédio (VI), vasto lateral (VL), vasto medial longo (VML), vasto medial oblíquo (VMO) e reto femoral (RF). O vasto medial é dividido em duas porções, uma proximal denominada de vasto medial longo (VML) e outra distal, o vasto medial obliquo (VMO). Essas porções apresentam diferenças anatômicas, funcionais, histoquímicas e também no padrão de inervação(6).
Travnik (por Grossi e col.) sugerem a existência de maiores concentrações de fibras tipo I no VML e do tipo IIb para o VMO. Seus resultados não demonstraram diferenças significativas entre o VMO, VML e VL para as fibras tipo IIa. No entanto, o VL apresentou maior proporção de fibras do tipo IIb. Estas diferenças evidenciam diferentes demandas e funções musculares específicas (6)
Conceitualmente, reconhecem-se situações distintas para a instabilidade da articulação patelo femoral, sendo a luxação habitual do joelho aquela que ocorre toda vez que o joelho é fletido; a recidivante, a que ocorre ocasionalmente com frequência variável, caracterizada, portanto, por episódios isolados, frequentemente associada a história de trauma acompanhado de dor intensa e edema; a forma permanente, presente desde o nascimento, causada, portanto, por alterações congênitas, e situações de subluxação em qualquer dos casos(7).
Devido à grande incapacidade que a instabilidade da articulação femoropatelar provoca no paciente, seja para o desenvolvimento da prática esportiva e mesmo em suas atividades diárias, o tratamento dessa patologia é motivo de grande interesse (10).
A insuficiência do VMO irá contribuir para o arrastamento lateral da patela. O treinamento do VMO é importante para eliminar a disfunção patelo-femural(8). Entretanto, na literatura ainda há controvérsias sobre a ação muscular na estabilização patelar, enquanto alguns trabalhos sugerem haver desequilíbrios na amplitude da atividade elétrica dos músculos vasto medial oblíquo (VMO) e vasto lateral (VL), outros não observaram este fato.
O músculo vasto lateral oblíquo (VLO), a partir de estudos anatômicos e eletromiográficos, passou a ser considerado importante para a estabilização patelar como antagonista ao VMO tracionando lateralmente a patela (5).

Objetivo

O objetivo deste estudo é identificar exercícios para tratamento em pacientes com instabilidade femoro-patelares a partir de uma revisão bibliográfica através de artigos científicos provenientes dos bancos de dados BIREME e LILACS dos anos de 1995 a 2005.


Métodos

Avaliação da instabilidade femoro patelar
Avaliação do paciente com luxação recidivante da patela deve ser feita através da história clínica detalhada, exame físico minucioso (estático e dinâmico) e exames complementares.
Na história clínica demos maior importância à evolução, localização, duração e fatores desencadeantes da dor, o que pode sugerir mau alinhamento, assim como dor bilateral, que é, frequentemente associada à luxação recidivante; a sensação de instabilidade no desenvolvimento de atividades diárias e/ou esportivas, além do dado objetivo de trauma associado, ou não, a luxações várias, foram determinantes na conduta ortopédica a ser empregada (7).
A avaliação radiográfica deverá ser feita com incidências antero posterior com carga, perfil a 30º e axial da patela a 45º, sendo estimada a altura patelar através do método de Caton Deschamps e o tipo de patela segundo Wiberg. Contudo, a indicação cirúrgica baseia-se somente nas queixas clínicas.
Com relação a testes radiográficos complementares, lembramos Gali & Camanho e Camargo (por Severino e col.), que mostram variação exagerada na avaliação do “ângulo do sulco” e do “ângulo de congruência”, em que esses ângulos estiveram ligeiramente aumentados nos resultados maus.
Concluem que o “ângulo do sulco” mais aberto pode influenciar negativamente nos resultados obtidos, pois a contenção da patela é mais efetiva se o sulco é mais pronunciado e a variação do “ângulo de congruência”, para casos normais, é grande e as pequenas mudanças que possam ocorrer na incidência radiográfica ou nos graus de flexão do joelho alteram sua medição (7).
Não se deve levar em consideração dados de exames complementares para a indicação do tratamento cirúrgico, visto que, apesar das técnicas sofisticadas para a obtenção de imagens, não existe ainda uma que substitua a simplicidade e eficiência de um exame clínico bem feito, pois uma imagem estática não retrata patologia que depende de súbita ação muscular (7). 

Justificativa 

Tratamento 
O tratamento cirúrgico com mais de 100 técnicas diferentes descritas demonstra não haver consenso em como abordar esta patologia. O alto índice de resultados insatisfatórios, principalmente a longo prazo, e o grande potencial iatrogênico fazem do tratamento conservador uma alternativa promissora. 
O trabalho desenvolvido por Arnbjörnsson (por Mello et al), demonstra que o tratamento cirúrgico apresenta um índice muito mais elevado de osteoartrite degenerativa do que o tratamento conservador e que os pacientes portadores de luxação bilateral submetidos a cirurgia, relatam maior satisfação com o joelho não operado.
As operações usadas no tratamento das luxações recidivantes da rótula podem ter bons resultados imediatos, mas não curam o paciente a longo prazo. Indica-se o tratamento cirúrgico para aqueles pacientes que não obtiveram melhora significativa após 6 meses de fisioterapia (5).
No tratamento conservador, os programas objetivam o fortalecimento do quadríceps e mais seletivamente do músculo VMO, considerado essencial na manutenção do alinhamento patelar.
Dos exercícios recomendados, o step está indicado nas fases intermediária e final da reabilitação, pois simulam atividades funcionais e permitem a co-contração muscular, resultando em maior e somente o trabalho de Cabral e Monteiro-Pedro (por Pulzatto e col.) controlou a altura do step com o joelho flexionado a 75º, os autores avaliaram a atividade elétrica dos músculos VMO, VLL e VLO nos exercícios de subida e descida, tanto anterior quanto posterior em 18 indivíduos portadores de SDFP, os resultados mostraram que o músculo VMO foi mais ativo que o VLO e o VLL em todos os exercícios.
Entretanto, não foram encontrados na literatura trabalhos comparando diferentes alturas de step e suas implicações na atividade elétrica. Estabilidade articular.  Os autores relatam que os exercícios de step posterior recrutaram de maneira mais intensa o músculo VMO e sugerem a indicação deste exercício na reabilitação da SDFP.
Os exercícios de subida posterior no step realizados com a articulação do joelho a 45º estão indicados no tratamento da SDFP, pois, proporcionaram maior vantagem do músculo VMO em relação aos seus antagonistas. Além disso, a 45º de flexão, a articulação femoropatelar apresenta-se estável e há grande congruência da patela no sulco troclear o que corrobora a indicação desta angulação para a realização dos exercícios no step(9).
O estudo eletromiográfico (EMG) de pacientes sem dor no joelho mostrou que a relação do VMO com o Vasto Lateral (VL) é de 1:1 e que a atividade do VMO é tônica por natureza. Em joelhos com dor patelo-femural a relação VMO:VL é menor do que 1:1 e a atividade do VMO adquire uma natureza fásica.
Essa mudança na atividade do VMO pode ser resultante de uma assimetria localizada no músculo Quadríceps, Spencer e outros (por Felder et al)  reportaram que são necessários 20 á 30 ml de líquido para inibir o VMO enquanto 50 ou 60 ml de fluido são necessários para inibir a atividade do VL. Esta assimetria resulta no arrastamento lateral da rótula que é a causa comum da dor patelo-femura l(3).
A comparação entre os músculos VMO, VLL e VLO revelou que no exercício de extensão isométrica a 15º de flexão do joelho não há diferença na ativação destes músculos. Por outro lado, ao realizar os mesmos exercícios com o joelho fletido no ângulo de 90º os músculos VMO e VLO apresentaram o mesmo comportamento e foram significativamente mais ativos do que o músculo VLL (6).
Na comparação entre ângulos, apenas o músculo VLL apresentou padrão de ativação distinto, isto é, apresentou maior atividade nos exercícios de extensão a 15º do que a 90º (p=0,04). Por outro lado, a variação dos ângulos não interferiu na atividade dos músculos VMO e VLO (6).
Morrish e Woledge (por Grossi e col.), que também analisaram o músculo VMO no ângulo de 20º de flexão do joelho em cadeia cinética aberta e, não encontraram diferenças significativas na atividade destes músculos que foi praticamente sincrônica, sugerindo uma atividade recíproca no controle patelar.
Além disso, segundo Boucher (por Grossi e col.), na angulação de 90º, as forças compressivas são maximizadas e a força de cisalhamento é minimizada facilitando não somente a atividade do músculo VMO, mas aumentando o contato articular e favorecendo a nutrição articular (6)
O tratamento deve ser associado com alongamento dos isquiotibiais e gastrocnêmios. Seus encurtamentos aumentam a pressão sobre o femoropatelar, podendo ser causa de dor durante a reabilitação, já que dessa forma tracionam mecanicamente a tíbia posteriormente.
Com isso, o tendão patelar será também tracionado juntamente com a patela, aumentando a pressão contra o fêmur. Portanto, o alongamento da musculatura posterior deverá trazer algum alívio. O encurtamento do quadríceps também acarreta aumento da pressão femoropatelar e esta pressão será tanto maior quanto maior for o encurtamento do músculo (2, 10).
A manipulação da patela no sentido látero-medial também deve ser realizada pos encontra-se frequentemente encurtada (2).

Biofeedback (EMG)
O biofeedback (EMG) é usado para demonstrar o desbalanceamento muscular ao paciente. A ênfase no tratamento está em melhorar o tempo de contração do VMO. O treinamento muscular é relacionado com uma posição específica da perna, o ângulo da junção e a velocidade, tipo e força da contração.
A meta do treinamento é adquirir uma nova capacidade motora que será incorporada dentro das atividades funcionais. O treinamento específico habilita a uma mudança na relação extensão/tensão entre o agonista (VMO) e o antagonista (VL). Durante o treinamento o paciente pode usar um eletromiógrafo (EMG) portátil para ajudá-lo a monitorar as contrações do VMO e do VL.
Ele é usado tanto situação clínica como parte do tratamento doméstico encorajado no plano de tratamento patelo-femural. A medida que o controle do VMO melhora o treinamento progride e inclui atividades funcionais tais como: subir escadas, andar, atividades vocacionais e esportivas conseguidas sem dor (5).
Evidências clínicas mostram que os músculos podem ter um treinamento específico para alinhar a patela. Treinamento regular e contínuo produzirá efeitos que são benéficos e duradouros e o paciente poderá permanecer livre da dor mesmo participando de atividades que são danosas a articulação patelo-femural (5)
O eletrodo deve ser posicionado sobre o ventre do músculo VMO numa inclinação de 55o, ou seja, aproximadamente 4 cm acima da borda súpero-medial da patela. Os eletrodos serão fixados sobre a pele, previamente tricotomizada e realizada a limpeza com álcool 70%, a fim de reduzir a impedância e eliminar eventuais interferências (6).

Conclusão

De acordo com a revisão descrita, concluímos que os exercícios mais indicados param tratamento da instabilidade femoro-patelar são: Alongamento de isquitibiais, gastrocnemios, quadríceps, retinacula lateral da patela. Exercícios de Step posterior a 45º, Step anterior a 75º, extensão isométrica de joelho a 90º.
A partir desta revisão sugere-se um protocolo a ser pesquisado futuramente em ensaios clínicos randomizados:
  • Alongamento mantido por 20 segundos na mesma postura de isquitibiais, tensor da fascia lata, quadríceps, gastrocnemio, glúteo, rotadores internos de coxa, rotadores externos de coxa, adutores de coxa, abdutores de coxa (Hoppenfeld et all)
  • Step posterior a 45º de elevação, 20 vezes, com intervalos de 40 segundos, totalizando 3 series, cujo paciente deve subir, de costas, em um step, com joelho fletido a 45º.
  • Step anterior com flexão de joelho a 75º, 20 vezes, com intervalos de 40 segundos, totalizando 3 series, cujo paciente deve subir de frente, em um step, com o joelho fletido a 75º.
  • Agachamento em isometria, sustentado por 30 segundos, com intervalos de 40 segundos, totalizando 3 series, cujo paciente deve encostar suas costas em uma parede, as pernas levemente abduzidas aproximadamente a largura dos ombros, com joelho fletidos a 90º, atentando-se para os joelhos não ultrapassarem os pododáctilos.
  • Agachamento em barra fixa ate 60º de flexão de joelho, 20 vezes, com intervalos de 40 segundos, totalizando 3 series, cujo paciente estará segurando com as suas mãos na barra ficada em uma parede, ele deve agachar-se ate que ser joelho fique em uma angulação de 60º, frizando que seus joelhos não devem ultrapassar a ponta de seus pododáctilo.
  • Agachamento antero/posterior por 20 vezes, com intervalos de 40 segundos, totalizando 3 series, cujo paciente com um membro inferior na frente do outro, o joelho e coxo-femoral anteriores fletem-se até 90º graus, a coxo-femoral posterior deve ficar em posição neutra e o joelho fletido até que chegue bem próximo ao solo, sem encostá-lo, e mantendo os pododáctilos do pé posterior fixos ao solo.
  • Cadeira extensora isométrica a 90º de flexão com auxilio de uma bola proporcionando adução de coxa bilateral, por 3 vezes, com intervalos de 40 segundos entre elas, cuja pernas estão paralelas, e entre elas uma bola, paciente promove uma leve adução das mesmas e estende as pernas mantendo-as em 90º de extensão por 15 segundos.
  • Cadeira adutora por 20 vezes, com intervalos de 40 segundos, totalizando 3 series,cujo paciente senta-se na maquina adutora de coxa com o joelho em leve flexão e apoiado sobre o estofado, promovendo o movimento de adução.
  • Dorsi-flexão com inversão de tornozelo por 15 vezes, com intervalos de 40 segundos, totalizando 3 series, cujo paciente fica sentado, com os dois pés sobre o solo, realiza dorsi-flexão e inversão de tornozelo.
  • Alongamento do retinaculo lateral da patela, mobilizando medialmente a patela durante 20 segundos, por 3 vezes.
  • Postura de Trendelemburg cujo paciente deve ficar na posição ortostatica com apoio unipodal, não permitindo a lateralidade da pelve. Deve manter-se nesta postura isometrica por 30 segundos, totalizando 3 series com intervalo de 40 segundos entre elas.

 

Referências bibliográficas
1-Hoppenfeld. Propedeutica ortopédica: coluna e extremidades. São Paulo: Atheneu; 2001.
2-Plapler P G. Reabilitação do joelho. Acta Ortop Brás. out/dez 1995.                   3-Felder C R, Leeson M A. Síndrome da dor Patelo-Femural:  O uso do biofeedback eletromiografo para treino do vasto medial obliquo em pacientes com dor patelo-femural.
4- Camanho G L, Viegas A C. Tratamento da luxação femoro-patelar aguda pelo reparo do ligamento femoro-patelar medial. 2005.
5- Mello W  A , Marchetto A, Wiezbicki R. Abreu A D, Prado A M A. Tratamento conservador das Instabilidades Patelofemorais com exercícios de cadeia cinética fechada. 1997.
6- Grossi D B, Felício L R, Simões R, Coqueiro K R R, Pedro V M. Avaliação eletromiográfica dos músculos estabilizadores da patela durante exercício isométrico de agachamento em indivíduos com síndrome da dor femoropatelar. setembro 2003.
7-  Severino N R, Vercesi A E. Realinhamento do aparelho extensor na luxação patelofemoral recindivante. Ver Bras Ortop 1998; v.33, 4: 249.
8- Ribeiro D C, Loss J F, Caneiro J P T. Análise eletromiografica do quadríceps durante a extensado do joelho em diferentes velocidades. dez 2004.
9- O'Sullivan S B. Fisioterapia: avaliação e tratamento. São Paulo: Manole, 2004.
9- Pulzato F, Gramani-Say K,.A influencia da altura do step no exercício de subida posterior: estudo eletromiografico em indivíduos sadios e portadores da síndrome da dor femoropatelar.
10- Pardini A G, Souza J M G. Clinica Ortopédica: A Articulação femoro-Patelar. Chefes 2002; 3: 3.


Informações sobre os autores: 1- Fisioterapeuta pela FSV, Vitória-ES. Responsável técnico pelo setor de fisioterapia da Academia Helenus, Vitória-ES. Pós-graduado em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pela FAC, Vitória-ES. Mestrando em MPA -Gestão em Saúde pela Indiana University South Bend- EUA. 2- Fisioterapeuta pela Universidade de Ribeirão Preto. Especialista em Ciência da Saúde pela USS. Especialização em andamento em Saúde Coletiva pela UFES. Mestrado em Ciência do Movimento pela UNG.


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FONTE: MEDCENTER

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Turma do Pilates na Qualitus Saude em SSA

Turma do Pilates
Empresa Qualitus Saude em Salvador-BA
 http://www.qualitussaude.com.br/adm/Imagem/Album/32/Casos%20Cl%C3%ADnicos%20001.jpg

Fisioterapia está entre as profissões mais felizes

Uma pesquisa feita pela Universidade de Chicago e divulgada pela revista "Forbes" listou as dez profissões mais felizes do mundo. A maioria delas é focada em áreas que se preocupam em ajudar as pessoas, espiritual ou fisicamente. Outras ainda se destacam pela maior autonomia e possibilidade de criação.

Veja a lista completa:

1º - Clérigos
2 º - Bombeiros
3 º - Fisioterapeutas
4 º - Escritores
5 º - Professores de educação especial
6 º - Professores
7 º - Artistas
8 º - Psicólogos
9 º - Vendedores de serviços financeiros
10 º - Engenheiros de operação
Fonte: Crefito8